23 de dezembro de 2009

Amor e Canela...









1, 2, 3...

22 de dezembro de 2009

Nunca desisto de um Sonho...

*<(8(°°°)
















Se não houver numa pastelaria, vou a outra!

HO Ho Ho Ho Ho Ho Ho Ho Ho Ho Ho Ho Ho ...






10 de dezembro de 2009

4 de dezembro de 2009

23 de novembro de 2009

20 de novembro de 2009

...podia escrever-te sobre os 365 dias que passámos, essas 365 vezes em que o sol nasceu... e se pôs, nesse ciclo infinito de luz, estrelas que adornaram momentos, gargalhadas, viagens...
...prefiro olhar para o futuro, para o que vem, para o (re)nascer de um amanhã  de céu azul estrelado.
Todos as jornadas serão diferentes... nas conquistas, nas descobertas, no tempo e no espaço mas as estrelas continuarão a sorrir, constantes e intemporais.

Encontrei-me a teu lado, encontrando a capacidade para lutar, para enfrentar os desafios, o desconhecido e até o conhecido. Inspiras-me a agir com toda essa força que transpiras, essa capacidade lutadora, esse vulcão que dentro de ti eclode e contangia o mundo à tua volta.

Admiro-te... orgulho-me de ti, por seres quem és e por quem me fazes ser.

1 ano é pouco... quero 1 milhão de anos.

365 dias depois....

Deito -me ao teu lado, o teu calor vêm... ouço o cheiro do teu respirar. Preciso do teu aconchego; sentir o teu abraço sobre mim enquanto me sussurras palavras que trazem sono nelas. Preciso aninhar-me a teu lado... e de ficar contigo...na sinceridade misteriosa das expressões do teu rosto, dos silêncios que tudo me dizem; das palavras que me confessas e das perguntas que te desassossegam. Preciso ouvir o bater do teu coração no silêncio da noite e sentir o teu peito na minha mão enquanto te deixas ir... Preciso ver-te dormir sobre mim; aconchegar-te o sono enquanto brinco com o teu corpo, devagar, de mãos de criança inquieta e sentir que me procuras para me amares antes do sol nascer. Preciso de adormecer contigo... e de acordar para uma vida a teu lado.

12 de novembro de 2009

dar em palavras o que deixas em mim...

as noites trazem agora corpos desnudos por mágia, mãos na minha pele, enroscadinhas no desejo, vejo o teu respirar quente, rebolas_ te e foges, mas por pouco, voltas e trazes contigo algo incandescente e despertamos...les_me os olhos e ris ... expressões desenham_se no teu rosto ... no sorriso... no desviar de coxas, encaixas. sabes o que estás a fazer... no desviar de olhar preguiçoso como quem resiste um pouco mais....
olha para mim e diz-me quase nada... deixa um pouco para depois...
Dá-me hoje um quase tudo para que o sempre se alimente amanhã...

Um gato escondido com o rabo de fora para tI

11 de novembro de 2009

Sabes que te amo...?

Digo-te vezes suficientes :"Amo-te"?,

Faço-te arrepiar em doces suspiros vezes suficientes?

Provoco sorrisos, tremores, coração cheio de cor que bastem?

Quero dar-te mais...

Quero ver-te sorrir em flor na Primavera, no Outono, no Inverno... ...e no verão quero sentir-te doce e suculenta como a fruta da época.
Digo muitas vezes que te amo... por vezes em silêncio, em gesto, em olhar, em toque, em paladar...

Digo-o e torno a dizer... Amo-te

Fazes-me sentir criança... até o coração sorri!



20 de outubro de 2009

Amor... sem dia marcado

Podia dizer-te 11 coisas que adoro em ti...
mas e as outras 999999999999E99 que deixaria de fora?

Podia dar-te 11 beijos... mas e o que faria a todos os outros que ficariam por dar?

11...

... mais uma "desculpa" para te mimar e surpreender. Na verdade... todos os dias são especiais porque são passados ao teu lado.

6 de outubro de 2009

Relembrares de pequeno -almoço...

O
perfume
eterno
do
teu
corpo
em
mim e o desejo sem controle que nunca conseguimos esgotar....

24 de setembro de 2009

Doces momentos...


...em que nos surpreendemos...
...há sempre um balão, um amarelinho...
...surpreendentes cores e odores...
...um coração bem docinho,
...um mimo no passar da noite...


...Sorrisos que se abrem de par em par e nos embrulham em ponto de rebuçado!

16 de setembro de 2009

Olhares na noite...

...que absorvemos sôfregas no fogo que acendemos, marca-nos como um ferro em brasa na alma que abrimos,no espaço que abrimos fechando a porta ao vento.
Olho-te...
Olhas-me...
Esforço-me por manter a consciência alerta entre o arrebatar de prazer para não perder o teu olhar, o nosso olhar, o nosso eu que se materializa em sons e aromas que nos (es)correm pela carne.
Às vezes fecho os olhos... e ainda assim continuo a ver os teus... "nus" meus, a agitação é ensurdecedora, as forças vacilam, os quadris oscilam o amor e x p l o d e !

10 de setembro de 2009

Então surge o tema....


Epidemia do bocejo.


- "...Sabes dissem que o bocejo surge por sugestão..."
- "A sério?!, mas não (bocejo) era um tal gás sudoríparo que provocava a acção involuntária na outra pessoa?
- "Sim. (bocejo) Mas qd se vê uma pessoa abrir a boca, pimba..."

- "É verdade,(bocejo)quando vimos alguém abrir a boca é difícil não abri_la tb..." (bocejo)

- "Olha para esta conversa estamos a bocejar e a conversar... estranho..."


(bocejo... bocejo)

LOl, eu estou a escrever e até aki já abri a boca 2 vezes...n acredito 3

....com um belo bocejo termino, cubro a boca só por educação.Provavelmente antes de terminar de ler este artigo, é provável que boceje ao menos uma vez.

4 de setembro de 2009

Férias...

Sentimos o calor que irradia dos nossos corpos, o brilho que roubámos ao sol e que nos d’oura a pele, os olhos cristalinos de água pura repletos, a alma recarregada de coragem para um regresso a um quotidiano que se avizinha diferente do que conhecíamos. Connosco trazemos cores, sabores e odores que se revelaram em temperos orientais, a Cruz do Campo que “carregámos” às costas, as gaiolas que não deixámos que nos prendessem os sonhos, a vida que absorvemos em praças de crianças pintadas.

Encontrámos desafios, novas fronteiras a cruzar, novos obstáculos para ultrapassar, seres estranhos, amor, mais um passo mais para o futuro que queremos construir, descobrir, saborear.

De regresso... Muita coisa trazida, em malas… podemos sempre enche_las e trazer coisas várias, materiais. Mamã Citron ajudou… “levem isto… ah! E isto, não se esqueçam …”, e também vale a aposta final com o papá Avelino de meter um camião num Smart que é o mesmo que dizer meter um melão dentro de uma mala térmica já ela por si cheia, mas valeu a aposta e “ganhamos” um melão e o papá a aposta ;)

Bens materiais guardados.

(Lembrete - tenho que começar a definir nomes para as minhas conchinhas).

Estamos de regresso levamos coisas novas, outras nem por isso, temos coisas para nos lembrarmos de não voltar a fazer e outras que não podemos jamais nos esquecer de fazer.

Os dias foram passando pela ampulheta como diz o Harry a areia foi rápida pois a vida tb nos consumia com calor… temos historias de páginas inteiras, livro de odores, cheiros a mar, por de sois, brisas de mar já negro pela companhia da noite, temos conquilhas escondidas, outras descobertas, umas apanhadas e outras escapadas, algumas no tacho e cerveja para ajudar a chupar os dedos, temos jogos competitivos de raquetes outros nem tanto, temos aflições intestinais em dunas, temos discos por vezes de trajectórias tortas, outras rasantes, temos pés doridos, temos bolhas, temos marés tão azuis, temos caminhadas ofegantes, temos sombras arábicas, bicos de água que nos refrescam, jardins infantis onde se deixam confissões, cidades que se volta com desespero do cheiro que se lembra.

Valem, os 5 euros o tempo que o quisermos e a chama pela queima da erva vai abrasar o tempo que a deixarmos arder, existem coisas tão raras, temos de lhe dar calma, à vida.
Vícios, sim vários.

Pouco li nas férias as aventuras do Edward e da Bella adiei, outros revelados um vício True Blood. lol, será pelo sangue?! Não sei… episódios devorados, mas confesso houveram momentos de pura loucura pelo conhecimento maior “Sookie…” gritamos, lol é viciante esta série até o Sam veio a surpreender agora sabemos, é um Metamorfe, imaginem giro, giro Lafayete, mas pronto chega de promoção.

Bebemos umas valentes bejecas “CruzCampo”, comemos Rabo del Toro e não Boi vamos lá chamar o bicho pelo nome, Javali tb apareceu esse já pouco selvagem, já vinha no prato, mas uma delícia. Praça cheia de gentes, animadas pelo fresco da noite, litradas que se dividem e a bela da pevide. Assim acabou a noite mas antes ainda me piquei toda, ao descobrir que os figos do cacto tem manha sabida e picam quem quer levar o seu fruto, valeu o passeio nocturno.

Não haviam velas, mas cada fez que por lá passavam giravas e não, não me esqueço daquele que gira, ficou a falta da foto.

Último dia de férias por terras algarvias trouxeram as festas à cidade e foi bem recebida, estávamos na época medieval e sim, caiu_ me o queixo quando vi os camelos gigantes, gigantes para mim, eram enormes e lembrei_me que tenho um destino que ambiciono conhecer cada vez mais.

Gostei das gentes, do cortejo, da mistura das essências, dos perfumes e da tua mão na minha.

Gosto quando te esqueces dos outros e vens buscar um beijo.

Dias de vagar, dias que se resolvem em si mesmo sem pensarmos muito nisso... percorremos as horas, como se o tempo fosse todo nosso. Dias que começam sem princípio e terminam sem fim... Dias que podem ser tudo e se forem nada tanto melhor. Dias de vagar lento de passeio leve e solto, sem compromisso e sem planos fixos. Dias em que nos demoramos nas horas que escapam de um relógio despreocupado. Dias de férias e férias dos dias devoradores de horas em que te demoras... Férias para recuperar um outro passo, dias cheios de chinelo no pé... adoro os meus chinelos ;) Férias de um azul dourado, de um mar que não vou esquecer.

O depois, o depois que me acelera a respiração, nos momentos em que nos arrumamos em nós, onde só nós cabemos, e o que desarrumamos com desassossego, febre a que se ateia um fogo descontrolado.

15 de agosto de 2009

Olhos...

...quem dera conseguir olhar além dos teus olhos e saber a scores que nem sempre consigo decifrar...
Anseio, desejo, mágoa, emoção, tristeza, alegria, dúvida, esperança, futuro... quantas cores tem o teu olhar?

11 de agosto de 2009

SORTE...


para dar,

3 de agosto de 2009

Hum Tumhe Pyar Karte hae...

Alguns meses depois regressámos.
Há sabores que na língua são diferentes, outros permanecem...
Guardo a brisa com que me envolves nas manhãs e que me arrepia em espasmos aromáticos de especiarias sensuais.

Abraças-me na noite fria e o calor prolonga-se pelo ar que rodeia os nossos corpos, saboreio em ti canelas orientais que me aveludam os pensamentos, quente... tão quente...

Saboreamos "Anna Prem", alimentamos corpo e espírito nesta orgia de aromas afrodisíacos.

Acredita
"Onde reina o amor, o impossível pode ser alcançado" (Próverbio indiano)

31 de julho de 2009

espirais viciantes...


Nunca,
gostei de carroceis, de montanhas russas, tropelias de conjunções de ferro que nos levam à adrenalina e a mim ao vómito, ao «censurado» pela falta de noção de espaço, reboliço e desorientação física provocada...
mas não são desses que falo...
Tenho os pés assentes e por coisas explicáveis vou ao núcleo, centro quente que me provoca repulsa, angustia e desgraça por anunciar... espero estar no engano doque julgo vir a acontecer.
Pouco para disser ... pois nada se diz, engUlo o vómito e levo_ me daqui.. pouco vejo e muito sinto, guardo.

29 de julho de 2009

Tempo...


Todos os dias recebo de ti raios de sol...
quando nos encontrámos não pensei que fosse possível
com o passar dos ponteiros, dos dias que foram correndo,
das semanas, dos meses de amor... acreditei. Acredito!
…a cada crepúsculo me sinto mais viva…
sinto o sangue a fluir-me nas veias…
…a cada lua nova sinto o oxigénio dentro de mim…
a correr… sinto-me vibrar…
…a cada eclipse sinto o coração a bater com propósito,
com razão… a acelerar…
…sinto-me amanhecer...
...sinto que sou alguém…
... que fazemos a diferença porque somos uma
…sinto…
sinto…
pressinto o que está além!
Os sonhos que temos nas nossas mãos são as sementes do futuro...
Que darão flores, frutos... aromas e sabores,
Crescemos em ramos, folhas... raízes
Somos tempo sem prazo... sem dias, sem anos...
Estamos a florir em brilho...
...cada vez mais.

27 de julho de 2009

Medievais dizeres ...




Por vezes despimo_ nos e já estamos nuas ...


... mas é preciso tempo, como que uma tecnologia super, hiper mega moderna que não temos para nos trazer mais para perto e nos fazer sentir. Deixamo_nos de sentar nos cantos, nos lados sombrios dos jardins e vimos até à luz, não será a coisa mais fácil de fazer comigo mesma, mas tenho tentado sentir ... já lá vai um tempo, um tempo de perdão.


Quanto aos tempos de perdão que me perguntam e os pecados que trago ... não sei se terão um tempo de incubação, tudo têm, e tudo por vezes lembra e não é fácil, nunca é.


Aconchego_me e prometo_me a mim mesma que vou ter tempo, que vou conseguir ainda me amar e gostar daquilo que me tornei para um dia amar também ... mas doí e tu sabê-lo .. pois no fundo todos que amam o sabem, e tu não és excepção.....

21 de julho de 2009

E o teu desejo, foi?


Ontem olhei_ t, e mordias uma vela e pensei, pensei .... qual seria o teu mais desejar enquanto os teus dentes conheciam a dureza pouco firme daquela vela ainda meio morna? a língua não a vi, escondida mas também ela deve ter conhecido o sabor áspero da cera ...

não te via ali ... e lembrei_m que achara
curioso, achei quase contrario ao teu ser poucos dias antes ... a tua cabeça do lado de fora da janela do carro a gritar a musica que te enchia enquanto me olhavas, mãos frias que teimas em ter mesmo quando faz calor, vieram ter com as minhas... a musica essa ainda ecoa....

... foi um dia cheio, cheio de emoções e sim, é sempre bom ver e estar com o mar...

20 de julho de 2009

30

"...fazer 30 anos é mais que um rito de passagem, é um rito de iniciação, um acto realmente inaugural. Talvez haja quem faça 30 anos aos 25, outros aos 45, e alguns, nunca. Sei que tem gente que não fará jamais 30 anos. Não há como obrigá-los. Não sabem o que perdem os que não querem celebrar os 30 anos.

Quando alguém faz 30 anos, não creiam que seja uma coisa fácil. Não é simplesmente, como num jogo de amarelinha, pular da casa dos 29 para a dos 30 saltitantemente. Fazer 30 anos é cair numa epifania. Fazer 30 anos é como ir à Europa pela primeira vez. Fazer 30 anos é como o mineiro que vê pela primeira vez o mar.

Aos 30 já se aprendeu os limites da ilha, já se sabe de onde sopram os tufões e, como o náufrago se salva, é hora de se autocartografar. Já se sabe que um tempo em nós destila, que no tempo nos deslocamos, que no tempo a gente se dilui e se dilema.

Fazer 30 anos é passar da recta à curva. Fazer 30 anos é passar da quantidade à qualidade. Fazer 30 anos é passar do espaço ao tempo.

Fazer 30 anos é mais do que chegar ao primeiro grande patamar. É mais que poder olhar pra trás. Chegar aos 30 é hora de se abismar. Por isto é necessário ter asas, e sobre o abismo voar.

8 meses a voar contigo...

14 de julho de 2009

Foi assim que um dia acabou....

"....Por favor, não penses que não te contei porque não confio em ti. Contei-to agora porque achei que devias ter conhecimento de algo que considero a pior coisa pela que ja passei."....

a nossa conversa .... palavras as mesmas que puxam outras tão diferentes, confissões protegidas e seladas em tempos que nos fazem sentir mais à pele, mais em carne como tantas vezes ouvi.

26 de junho de 2009

"Lullaby"




"...Life began when I saw your face
And I hear your laugh like a serenade,
How long do you want to be loved,
Is forever enough, is forever enough?
Cause I'm never, never giving you up.

I slip in bed when you're asleep
To hold you close and feel your breath on me,
Tomorrow there'll be so much to do
So tonight I'll drift in a dream with you.
How long do you want to be loved,
Is forever enough, is forever enough?
Cause I'm never, never giving you up

How long do you want to be loved,
Is forever enough?

IS FOREVER ENOUGH?

24 de junho de 2009

7 meses... e picos...

Dizem que 7 é o número perfeito... místico...
quanto ao algarismo... não sei... mas sei que
os 7 meses (e picos) que antecedem este momento
têm sido de descoberta, de crescimento, de nascimento...de amor.
Serão os primeiros de muitos 7 meses que passaremos juntas.

7 são os dias da semana... 7 dias que passo ao teu lado e me fazem sorrir,
7 são as maravilhas do mundo... mas nenhuma se compara ao que provocas em mim...
7 são os pecados mortais... e eu peco... por desejo sempre que olho para ti...
7 são as cores do arco íris... colorido, vivo, brilhante, vibrante... como nós...
7 são as notas musicais... que se conjugam melodiosas em cada beijo nosso...
7 são as constelações das estrelas... que nos acompanham em noites quentes...
7 são os meses... apenas... mas sinto-te como se estivesses em mim desde que nasci...

O meu amor por ti cresce...

70x7...

todos os dias...

26 de maio de 2009

Descobre...

Sinto... Pressinto-te... tantas vezes nos olhamos e não precisamos de palavras...
palavras... vocábulos acessórios de nós mesmas... que voam entre a minha alma e a tua...
e ainda que o silêncio não se quebre, oiço-te... ouves-me...
ouvimo-nos no silêncio gritado em olhares que se conhecem desde sempre.
Ao som da nossa cumplicidade somos bailado bem coreografado,
somos cigarras a puxar para o mesmo lado,
somos dois lados de um único e enorme coração.

Lembras-te?

...há um céu azul com flocos de algodão

um céu feliz, que nos acompanha e nos protege...

15 de maio de 2009

5 de maio de 2009

Desejo(te)...


...gota a gota o desejo entra em mim
percorre-me por todos os caminhos de alma
em fogo... em tensão... em sede...
Gota a gota... devagar... calma...
Gota a gota... depressa... agora...
Gota a gota... desaguamos nuas... unas.


"Leio o amor no livro da tua pele;
demoro-me em cada sílaba,
no sulco macio das vogais,
num breve obstáculo de consoantes,
em que os meus dedos penetram,
até chegarem ao fundo dos sentidos.
Desfolho as páginas que o teu desejo me abre,
ouvindo o murmúrio de um roçar de palavras que se juntam,
como corpos, no abraço de cada frase.
E chego ao fim para voltar ao princípio,
decorando o que já sei,
e é sempre novo quando o leio na tua pele."

("Braille" - Nuno Júdice)

22 de abril de 2009

Dia 20 todos os dias

É dia 20 quando nos olhamos...
É dia 20 quando sorrimos...
É dia 20 quando estamos juntas...
É dia 20 quando fazemos planos em voz alta...
É dia 20 quando dizes/digo "nós"...
É dia 20 quando vamos às compras...
É dia 20 quando recebemos visitas como um casal...
É dia 20 quando cozinhamos os nossos manjares...
É dia 20 quando nos falta a respiração...
É dia 20 quando nos abraçamos, em ternura... em amor... em partilha...

Todos os dias que passamos juntas são dia 20.
Todos os dias que passamos juntas são dias felizes.

Nada mudará isso.

21 de abril de 2009

20 em 21

Mais 20, e esqueci _me.

O que está lá atrás?
Um verão que me mudou a vida.

Pessoas que conheci.
Outras que partiram.

Onde estou eu?
Não sei.

Diferente?
Sim, muito.

E para onde vou?
Não quero.

Acredito naquilo que escrevi?
Não.

Um brinde a mim.

20 de abril de 2009

Encontros

De encontro ao teu mamilo (an)seio(te) a preto e branco

17 de abril de 2009

Piccola rosa (per te)


Piccola
rosa,
rosa piccina,
a volte,
minuta e nuda,
sembra
che tu mi stia in una mano,
che possa rinchiuderti in essa
e portarti alla bocca,
ma
d’improvviso
i miei piedi toccano i tuoi piedi e la mia bocca le tue labbra,
sei cresciuta,
le tue spalle salgono come due colline,
i tuoi seni si muovono sul mio petto,
il mio braccio riesce appena a circondare la sottile
linea di luna nuova che ha la tua cintura:
nell’amore come acqua di mare ti sei scatenata:
misuro appena gli occhi più ampi del cielo
e mi chino sulla tua bocca per baciare la terra.

Pablo Neruda

1 de abril de 2009

Love Star




Esta noite olho as estrelas
que tornámos nossas,
em cada brilho cintilante
um sorriso teu...


"Aquela estrela indica o Norte..."
Já não busco orientação nos astros
pois todos os pontos cardeais se concentram em nós.

You're "...my north, my south, my east and west...
my working week and my sunday rest" (W.H.Auden)

A direcção que seguimos juntas é a correcta,
porque é a nossa, o caminho será longo,
repleto de "coisas giras", de relevos,
de momentos de felicidade suprema, cúmplice.

Somos estrela, companheiras eternas neste céu da vida,
Brilhamos, cintilamos, pintamos tudo em nosso redor,
As nossas poeiras combinam, misturam-se
e... faz-se luz.... Magia!

24 de março de 2009

Flor nossa...





"O lírio branco é a flor associada à maternidade e à majestade. É o símbolo da pureza, inocência, classe, paz, saudade, protecção, nobreza e casamento."





Nada seria mais apropriado...

20 de março de 2009

Peregrinas de nós mesmas...

... ter tempo uma para a outra... ficar assim a olhar-nos, ausentes, estrangeiras, cheias de mãos supérfulas sem bolsos para ancorar, à procura, na cabeça vazia, das palavras de ternura que não sabemos aprender, dos gestos de amor de que nos envergonhamos, da intimidade que nos apavora.

Escrever (Te)

Só queria escrever.
Queria escrever sobre tudo, tudo o que acontece a um dado momento.
Sobre o aspecto que tinha a rosa vermelha que me colocaste sem palavras nas mãos.
Sobre as tuas cartas, o cheiro e o toque delas.
Todas as nossas sensações, as tuas e as minhas.
A história de um nós. Tudo o que há no mundo. Mas não fui capaz... não sou.

12 de março de 2009

és uma mulher inteligente, bonita, cultA...



.. mas que tem muitas certezas patologicas que circunstancialmente fazem esquecer todas as tuas qualidades...
Às vezes a ingenuidade é tão desmesurada que se torna suspeita. Não acredito que haja pessoas realmente ingénuas - ou são burras ou são fingidas.Acho que sabes mais do que deixas perceber e, nesse caso, és conivente com a história, tirando disso benefícios. E, nesse caso também, não vale a pena alertar-te para o perigo uma vez que conheces os riscos e brincas com o fogo. Contudo, há dias de azar e, mais tarde ou mais cedo, os culpados também pagam pelo crime cometido. O mundo é uma aldeia bem pequena, com um bocadinho de inteligência e alguns meios o puzzle vai-se compondo e descobre-se que há um sentido para tudo o que acontece, que nada é por acaso.Se ignoras, de facto, a verdade, então és muito, demasiado distraída, enfim... Achas realmente que se engolem sapos em nome do amor incondicional e, acrescentas-lhe tu, de uma bondade infinita? Achas que um ego magoado perdoa sem segundas intenções? Por quanto tempo achas possível ignorar interferências numa relação sem tentar descobrir o que há por baixo do ruído de fundo?
Ainda acreditas que ela não sabia de tudo, e quando digo 'tudo', refiro-me ao que tu sempre lhe omitiste quando ela te perguntava? Tu, no lugar dela, não irias à procura? Não achas que foi fácil para ela perceber quando até já tinha vivido a mesma situação no passado?Acreditas em tudo o que ela te diz? Não te passa pela cabeça que também mente, que foi treinada para inventar histórias e utilizar a ingenuidade como uma arma a favor dos seus propósitos que nem sequer são dela? Por que é que tão difícil acreditar que ela também sabe mentir, quando tu, que não gostas de mentiras, também mentiste? Por que achas que aguentou ela tudo este tempo? Porque não tem amor próprio e/ou porque te ama acima de tudo? Não. Se te interessa saber realmente, não desprezes as pistas. A quem viva através de histórias de cobertura. Sabes o que é uma história de cobertura? Sabes, vês filmes. Mas, tem cuidado, a realidade pode sempre ser mais fria e calculista do que a ficção.


Conversas de café e o nove semanas e meia foi à tanto tempo....

9 de março de 2009

que faço eU....


... nos intervalos da vida, nesses intantes em que não existo pelo que não me vês?

Que faço eu nos buracos do tempo que me ficam quando não estás comigo, nesses momentos em que me sinto ausente de mim mesma? Não faço nada - paro de respirar para não te levar em maior distância.

Fico aqui parada, na companhia das estrelas daquelas que um dia me ensinaste a cumprimentar pois passei a saber o seu nome e onde as encontrar.

A distância existe e nós, somos pontas distantes da mesma ponte que faz acontecer entre nós. E neste infinito em que te vivo debaixo da pele não há intervalos nem ausências. No teu lugar em mim, só existimos nós a corpo inteiro e um coração do nosso tamanho.

O que te traz isto...

A tua mão é uma "manta"
de emoções e sentimentos
que me cobre e aquece.

A tua mão na minha mão...
À força de tanto as apertarmos tornam-se uma...
São toques suaves que por vezes se tornam tempestades...
São sentimentos que atravessam a pele...
Vêm escarlates... intensos...
As mãos desatam-se.. confiam... entralaçam-se dedos... vidas...
Abrem-se poros e o amor passa...
Percorrem-me arrepios de ternura que preenchem o coração...
Segredam desejos de palpitação em palpitação,
abandono-me ao carinho da tua mão.



As tuas mãos amor...

...São uma concha que me ampara e projege!

5 de março de 2009

pALVRAS dE oLHAR


Um simples olhar pode ser quase tudo e deixar quase nada.
Nos olhos que se encontram sem palavras e desvendam a alma de alto a baixo, acontece a magia, magia, magica de amadoras e o que fica para sempre de uma explosão de sentires inexplicáveis. Os olhos são linhas de escrita em Sebenta, umas vezes porque nos descobrem mais do que queremos revelar, outras vezes porque doem pelo nada que têm para dar. Em ambos os casos, olhares fatais que, mais do que a carne, a alma sente como ecos de catedral ou frias lâminas de punhal.
Olhos nos olhos amamos e caímos, mostramos o que somos e o que sentimos.
E por vezes fugimos.

4 de março de 2009

nuM lugar... onde choves em miM...


... já lá não estou. Naquele lugar. Já não estou no sitio onde nos vi pela última vez. Onde nos encontramos por várias vezes em vontade. Estou agora mais longe desse lugar,era ai que me perdia por não saber se me voltaria a achar. Podes procurar -me agora nesse lugar onde entra nenhuma gente, gente nenhuma e onde tu entras.É verdade já ai me perdi, perco- me aqui milhares de vezes.Ontem choveu, choveu muito, ouviste, os gritos da madrugada em ardor?,- Chovias em mim, não sei se era chuva ou uma espécie de chuva.Não queria que fosse aquela chuva que ensopa os sapatos, que pinga na cabeça e escorre até dar comichão, que se me escorrega, por entre a camisola e o pescoço, queria que fosse aquela que cai depois de uma grande caminhada e refresca, como água de óasis. Vou deixar então que a minha pele te absorva.Gostaria que viesses e me deixasses assim. Parada, no meio da relva,de cara erguida a céu, quieta como a rodopiar em gesto apressado em jeito de movimento de rotação, até vir o Sol outra vez.Que as pessoas passassem por mim na rua e murmurassem louca sem eu me importar.És gota, és gota e outra gota, a cair em mim.

2 de março de 2009

Sensações....




-"Beijo...


- Onde?

- Beijo q começa no pescoço... Naquela zona sensível q s arrepia...
Prolongado até aos lábios... Q s entreabem desejosos...

- Tiveste_os tão perto... tão pertinho...
- E já deles sinto falta..."


25 de fevereiro de 2009

boaS leituraS...


gajoS...


Minutos

Os minutos não existem para nós…
Olhamos para os ponteiros… voam sem parar,
Num rodopiar frenético rodam pelo ar,
São horas que nos fogem sem querer,
Dias que passam sem chegar a ser.
Como funciona o nosso relógio?
Não sei…
Sei que nos olhamos e tudo pára…
Pára o sol… a chuva, o vento
Nada mais existe, nada mais sinto,
O tempo não vive em nós.
Madrugada… noite… tarde… manhã
O desejo segue o amor, o instinto
A vontade do “toque” não tem hora,
É um calor que enlouquece
O teu corpo em mim estremece
Somos amantes insaciáveis,
Trocamos sonhos num olhar,
Folhas soltas em movimento,
Anseios impossíveis de abafar,
Sons… Arrepio… Sentimento…
E os beijos antes, durante e após…
São encontros de alma, são luz
de um futuro entregue a nós.

Somos flores que não param de crescer.

19 de fevereiro de 2009

A magia dos corpos...

Momentos...
Um corpo... outro corpo...
a distância que diminui,
que se anula,
...bocas que se querem...
que se entregam em beijos de paixão,
são ternuras de sabor intenso,
toques de língua na palma da mão.
Uma só alma...
...corpos que se procuram,
que se enlaçam no abraço que perdura,
são instantes de loucura,
são sons, carícias... afectos,
é a magia que acontece
num olhar de espíritos abertos!
A

E agora, diz_se também de bloG...

... Para sonhos,
pesadelos,
fantasias,
devaneios...
Expressões.
Fagulhas de sentimentos,
estilhaços de emoções.
Cheiros,
sabores,
amores... perdidos no tempo, reinventados na memória.
Tudo e Nada.
Sempre e Nunca...
Quando apetecer.
Para a realidade ou realidade sonhada.
Toda ela com sentido. Muito... Pouco... Ou nenhum.
Correndo o risco de se tornar um bizarro, e uma inutilidade aos olhos dos outros, mesmo assim vou realizar esta materialização de pensamentos, não correndo o risco de maçar ninguém, ou pelo menos, ninguém que não queira ser maçado.
Arrumado o sonho, nasceste....
M